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	<title>Saúde Popular</title>
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		<title>OMS muda recomendações para tratar tuberculose multirresistente</title>
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				<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 18:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>A tuberculose está entre as doenças infecciosas que mais mata no mundo, com 500 vidas perdidas por dia. Foto: Opas/Brasil 20/03/2019 &#160; &#160; Desde 2000, 1/3 dos 54 milhões de vidas foram salvas; 10 milhões de pessoas ainda adoecem com tuberculose. &#160; Por Opas Brasil A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou novas orientações para melhorar [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: right;"><em>Foto: Opas/Brasil</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>20/03/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">Desde 2000, 1/3 dos 54 milhões de vidas foram salvas; 10 milhões de pessoas ainda adoecem com tuberculose.</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5892:oms-publica-novas-recomendacoes-para-acelerar-progressos-contra-a-tuberculose&amp;Itemid=812">Opas Brasil</a></p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou <a href="https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/311389/9789241550529-eng.pdf?ua=1">novas orientações para melhorar o tratamento da tuberculose multirresistente</a> (MDR-TB), recomendando a mudança para regimes totalmente orais. A nova abordagem é mais eficaz e tem menor probabilidade de provocar efeitos colaterais adversos. O organismo internacional recomenda o acompanhamento dos cuidados, monitorando ativamente a segurança dos medicamentos e garantindo apoio e aconselhamento para ajudar os pacientes a concluírem o tratamento.</p>
<p>As recomendações, divulgadas às vésperas do Dia Mundial da Tuberculose (24 de março), fazem parte de um pacote mais abrangente de ações destinadas a ajudar os países a acelerar o ritmo de progresso para pôr fim à tuberculose.</p>
<p>Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, revelou o tema da campanha deste ano: “É hora de pôr fim à tuberculose”. &#8220;Estamos ressaltando a necessidade urgente de traduzir os compromissos assumidos na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre TB, em 2018, em ações que permitam que todas as pessoas que precisam de cuidados possam obtê-los”, disse.</p>
<p>Desde 2000, 54 milhões de vidas foram salvas e o número de mortes pela doença caiu em um terço. Contudo, 10 milhões de pessoas ainda adoecem com tuberculose a cada ano e muitas delas não recebe os cuidados necessários.</p>
<p>O pacote da OMS foi elaborado para apoiar os países a suprir lacunas no atendimento, garantindo que ninguém seja deixado para trás. Entre os principais elementos, estão:</p>
<ul>
<li>Uma estrutura de prestação de contas para coordenar ações entre setores e monitorar e revisar progressos;</li>
<li>Um painel para ajudar os países a conhecer mais sobre suas próprias epidemias por meio do monitoramento em tempo real – adotando sistemas eletrônicos de vigilância da tuberculose;</li>
<li>Um guia para a priorização efetiva do planejamento e da implementação de intervenções de impacto, com base em análises das vias do paciente no acesso aos cuidados;</li>
<li>Novas diretrizes da OMS sobre controle de infecção e tratamento preventivo para pessoas com infecção latente;</li>
<li>Uma força-tarefa da sociedade civil para garantir um engajamento efetivo e significativo da sociedade civil.</li>
</ul>
<p>&#8220;Este é um conjunto de ações pragmáticas que os países podem utilizar para acelerar o progresso e atuar nos compromissos de alto nível feitos em setembro passado&#8221;, disse Tereza Kasaeva, diretora do Programa Mundial de TB da OMS.</p>
<p>No dia 22 de março, os principais parceiros se reunirão em um simpósio para celebrar o Dia Mundial da Tuberculose na OMS, em Genebra, e desenvolver uma plataforma colaborativa multissetorial e com diversas partes interessadas para acelerar ações que possam pôr fim à doença. A Organização apresentará o novo pacote na ocasião.</p>
<p>A tuberculose está entre as doenças infecciosas que mais mata no mundo, com 500 vidas perdidas por dia. A maior carga é suportada pelas comunidades que enfrentam desafios socioeconômicos e pessoas que trabalham e vivem em locais de alto risco, mais pobres e marginalizados.</p>
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		<title>&#8220;A vida perdeu o valor; a solução é coletiva&#8221;, diz psicóloga</title>
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				<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 11:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>&#8220;A solução é coletiva. A gente tem que reverter isso, nessa questão de olhar para o outro, porque todos sofremos essa situação. Foto: Wanderley Costa/ Prefeitura de Suzano 19/03/2019 &#160; &#160; Na opinião da especialista é preciso dar condições estruturais para que todas as pessoas possam viver com qualidade. &#160; &#160; Por Michele Carvalho, do Bem [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: right;"><em>Foto: Wanderley Costa/ Prefeitura de Suzano</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>19/03/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">Na opinião da especialista é preciso dar condições estruturais para que todas as pessoas possam viver com qualidade.</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <strong>Michele Carvalho, do Bem Viver</strong></p>
<p>Ex-secretária de Saúde dos municípios de Itaquaquecetuba e Ubatuba, mestre em Psicologia Social, com especialização em Gerência Serviços de Saúde pela Faculdade de Saúde Pública da USP, Creuza Santos classifica como &#8220;absurda&#8221; a proposta de liberação de posse de armas para evitar tragédias como a ocorrida na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), no último dia 13 de março.</p>
<p>&#8220;Quando a gente tem um caso de risco de suicídio, a coisa primeira que a gente faz é pedir para tirar todas as coisas que ofereçam risco da pessoa tirar a vida; qualquer arma&#8221;, orienta a psicóloga.</p>
<p>O ato em Suzano, que deixou ao todo dez mortos, promoveu comoção nacional e discussões a respeito da violência em escolas no país. O senador Major Olímpio (PSL-SP) declarou que, se os professores estivessem armadas, teriam evitado a tragédia.</p>
<p>Para Creuza, que ajudou na formação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), com a implantação de três Centros de Atenção Psicossocial (Caps), quando diretora da Secretaria de Saúde de Suzano (2005-2012), a &#8220;solução&#8221; para superar o avanço da violência &#8220;é coletiva”.</p>
<p>Na entrevista ao <strong>Programa Bem Viver</strong>, Creuza avalia o momento que o País atravessa de &#8220;desvalorização da vida&#8221;, da carência de investimento em políticas públicas, mas também da necessidade de enxergarmos &#8220;o pedido de socorro no outro, porque todos estamos vivendo as consequências&#8221;.</p>
<p>Confira a seguir trechos da entrevista:</p>
<p><strong>Bem Viver: Diante de uma tragédia como foi o ataque à escola em Suzano, como a sociedade supera isso, tanto a comunidade escolar próxima, como nós que assistimos?</strong></p>
<p><strong>Creuza dos Santos:</strong> A solução é, de fato, quando as pessoas começarem a se aproximar mais umas das outras. A solução é coletiva. A gente tem que cuidar do outro. Isso é o que cada vez tem acontecido menos. A gente tem que reverter isso, nessa questão de olhar para o outro, perceber o sofrimento do outro, e nos ajudarmos [mutuamente]. Porque, na verdade, todos sofremos essa situação.</p>
<p>A solução passa por aí e as famílias terão de ser amparadas nesse sofrimento sem tamanho. É super importante que tenha um amparo profissional, mas também solidariedade social, que a comunidade ampare, fique junto, [ofereça] uma aproximação, solidariedade e [que haja] um trabalho conjunto, inclusive de políticas públicas para que as pessoas retomem suas vidas; acreditem de novo.</p>
<p><strong>E quanto ao pessoal que dá apoio a essas pessoas? Psiquiatras, psicólogos que vão atender essas crianças, jovens, famílias, como vão superar isso? Há uma maneira, como estender esse apoio a eles também?</strong></p>
<p>Não é fácil lidar com o sofrimento humano e ter que achar uma solução no desespero. Os trabalhadores também precisam de apoio, precisam de condições de trabalho, ser vistos como pessoas que sofrem pelo sofrimento do outro.</p>
<p>Esse sofrimento sem tamanho traz uma reflexão importante: o que a gente está fazendo, o que temos que fazer para mudar isso. Não dá pra assistir isso e deixar tudo continuar pelo mesmo caminho.</p>
<p>O sofrimento da vida, da exclusão, o sofrimento da discriminação acaba agravando problemas fundamentais. E a saúde mental tem que ser vista e cuidada.</p>
<h3>Erro social</h3>
<p><strong>Onde a sociedade está errando, que não consegue enxergar no outro essa dor que você menciona, não consegue enxergar no outro esse pedido de socorro?</strong></p>
<p>Eu entendo que está havendo a inversão de alguns valores. A vida não é tão valorizada assim. Há um valor muito maior [depositado] no consumo, no “ter”, e a vida acaba sendo algo sem valor nenhum. Tem que reverter, não tem jeito. A reversão não é algo pessoal; porque a gente acaba sendo vítima de todo esse sofrimento; é uma reversão de estrutura. A vida tem que ser priorizada em toda a sua dimensão.</p>
<p>É preciso dar condições para que todas as pessoas possam viver com qualidade, senão a gente não muda isso.</p>
<h3>Evidências doentias</h3>
<p><strong>É tomar esse cuidado: a sociedade conseguir olhar quem comete um ato desse [tragédia na escola de Suzano] e perceber o que há por trás disso? </strong></p>
<p>Uma tragédia como essa evidencia muito isso: uma violência que termina em tirar a própria vida. Isso expõe que não está bem. O objetivo é acabar consigo, inclusive.</p>
<p>É importante pensar que esse jeito que a gente está vivendo, essa desvalorização da vida, traz consequências em todos. Por exemplo, tem pessoas que matam outras, tem pessoas que não saem de casa; traz consequências e comportamentos diversos. Não é uma culpa pessoal.</p>
<p>Se a gente não der condições de uma vida melhor, de reabilitação, de sair do sofrimento, a tendência é piorar e a gente ver coisas assim o tempo todo.</p>
<p><strong>E a solução que o governo apresenta, em liberar a posse de armas, de que modo pode agravar essa situação?</strong></p>
<p>Quando a gente tem um caso de risco de suicídio, a coisa primeira que a gente faz é pedir para tirar todas as coisas que ofereçam risco da pessoa tirar a vida; qualquer arma, e a gente está fazendo o contrário. As pessoas estão mal e a gente está oferecendo armas para elas se matarem.</p>
<p>É um absurdo isso, não tem sentido. É preciso dar apoio para que saíam dessa situação e afastar aquilo que possa levá-la a atentar contra a sua vida e a vida do outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Edição: Cecília Figueiredo</em></strong></p>
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		<title>Conselho Nacional de Saúde recomenda que Congresso interrompa tramitação da reforma da previdência</title>
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				<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 20:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Reunião teve a presença do secretário adjunto de Previdência, Narlon Nogueira, que destacou a necessidade de &#8220;desconstitucionalização&#8221; entre os princípios básicos da proposta.  Foto: CNS 18/03/2019 &#160; &#160; Foi apontada a inconstitucionalidade da PEC, que altera os principais artigos dos direitos previdenciários; conselheiros querem debate com a sociedade. &#160; &#160; Por SUSConecta O plenário do [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: right;"><em>Foto: CNS</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>18/03/2019</em></p>
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<h2 style="text-align: center;">Foi apontada a inconstitucionalidade da PEC, que altera os principais artigos dos direitos previdenciários; conselheiros querem debate com a sociedade.</h2>
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<p>Por <a href="http://www.susconecta.org.br/cns-recomenda-que-congresso-nacional-interrompa-tramitacao-da-reforma-da-previdencia/">SUSConecta</a></p>
<p>O plenário do Conselho Nacional de Saúde (CNS) aprovou recomendação para que o Congresso Nacional interrompa a tramitação da reforma da previdência. Os conselheiros nacionais de saúde entendem que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 06/2019 vai acentuar a desigualdade social no país e causará grave impacto sobre a saúde da população brasileira. A deliberação ocorreu na última sexta-feira (15).</p>
<p>Entre os pontos de maior debate está a inconstitucionalidade da PEC. A proposta para modificar o sistema de Previdência Social altera os artigos 22, 37, 38, 39, 40, 42, 109, 149, 167, 194, 195, 201, 203, 239 e 251 da Constituição Federal, que atualmente garantem os principais aspectos dos direitos previdenciários.</p>
<p>O assunto foi tema da 315ª Reunião Ordinária do CNS, com a presença do secretário adjunto de Previdência, Narlon Nogueira, do Ministério da Economia, que apresentou as alterações para a previdência social brasileira. Ele destacou a necessidade de desconstitucionalização entre os princípios básicos da proposta. “Nenhuma constituição no mundo trata no seu texto destas regras, isso existe apenas na constituição brasileira e está sendo retirado. Poderá depois ser alterado por meio de lei complementar”, informa Nogueira.</p>
<p>Para o advogado e professor especialista no Direito Previdenciário e Tributário, Diego Monteiro Cherulli, que participou do debate, o Brasil não está preparado para aceitar a desconstitucionalização. “Essa regra oferece muita insegurança jurídica. A falta de confiança legitima do cidadão no Estado hoje é quase inexistente. O brasileiro não confia no seu modelo legislativo e no Congresso Nacional. Isso desestabiliza o brasileiro em aceitar a desconstitucionalização”, avaliou.</p>
<p>Conheça a proposta para reforma da previdência, apresentada pelo Governo Federal</p>
<p>A proposta da reforma da previdência estabelece idade mínima para aposentadoria em 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, além de aumentar o tempo mínimo de contribuição de 15 para 20 anos. Os conselheiros nacionais de saúde entendem que esta regra penaliza as pessoas que começaram a trabalhar muito jovens e dificulta o acesso à aposentadoria, devido ao aumento da informalidade no país.</p>
<p>“A previdência sobrevive dos encargos dos empregos formais, mas não há mais emprego formal, tampouco incentivo algum para contratação com carteira assinada. É um crime a forma como essa proposta está sendo apresentada”, afirma o conselheiro Geordeci Menezes de Souza, representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT).</p>
<p>“O Brasil vive hoje uma grande marcha de insensatez. Destruiu-se o mercado de trabalho formal com a reforma trabalhista e com essa reforma vão acabar com a previdência social”, completa o conselheiro nacional Casemiro dos Reis Junior, representante da Federação Médica Brasileira (FMB).</p>
<h3>Debate com participação popular</h3>
<p>O plenário do CNS concorda sobre a necessidade de reformar o sistema de previdência social, porém os conselheiros defendem a participação popular nos debates, já que não houve diálogo com a sociedade brasileira quanto ao conteúdo e a forma como foi elaborada a proposta.</p>
<p>Dessa forma, o documento aprovado para interromper a tramitação da reforma da previdência dá ênfase à necessidade de se ampliar as discussões, com garantia de plena participação de diferentes setores e segmentos sociais e suas representações.</p>
<p>“O que está acontecendo no momento é uma disputa pelos fundos públicos e quem quer abocanhá-los é justamente quem não contribui”, afirma a conselheira nacional de saúde Francisca Valda, representante da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben). “As corporações econômicas querem estabelecer de vez o estado mínimo e extinguir o sistema de proteção social, que é sustentado pelo trabalhador”, completa.</p>
<p>“Se existe uma crise, porque não se taxa as grandes fortunas? Por que não fazer uma reforma tributária? ”, questiona a conselheira nacional Manuelle Maria Marques, representante da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).</p>
<p>O CNS recomenda que o debate seja estendido aos participantes das etapas preparatórias para a 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª + 8), promovido pelos conselhos municipais e estaduais de saúde e entidades e movimentos sociais.</p>
<p>A proposta da reforma da previdência começou a tramitar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na quinta-feira (14/03). Por se tratar de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a reforma precisa do apoio mínimo de três quintos dos deputados (308 dos 513) para ser aprovada e enviada ao Senado.</p>
<p>Leia a <a href="https://drive.google.com/file/d/17ClYjMoS5A0GWn8Bfw45OF9m1vUkMMHZ/view">recomendação do CNS</a> para interromper a tramitação da reforma da previdência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Conselho Nacional de Saúde</em></p>
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		<title>Repórter SUS &#124; Sífilis dispara entre jovens no RJ; Bolsonaro sugere menos informação</title>
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				<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 11:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Foto: Reprodução Internet 18/03/2019 &#160; &#160; De 2007 a 2017, aumento foi de 2.300%, na faixa de 15 a 19 anos; especialista crê em informação para reduzir a epidemia. &#160; &#160; Por Giulia Escuri, para Brasil de Fato (RJ) Em mais um caso polêmico, o presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou no início deste mês, em [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: right;"><em>18/03/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">De 2007 a 2017, aumento foi de 2.300%, na faixa de 15 a 19 anos; especialista crê em informação para reduzir a epidemia.</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <strong>Giulia Escuri, para Brasil de Fato (RJ)</strong></p>
<p>Em mais um caso polêmico, o presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou no início deste mês, em transmissão ao vivo em uma rede social, que vai reeditar a “Caderneta de Saúde da Adolescente”, impressa pelo Ministério da Saúde para meninas de 10 a 19 anos, para retirar informações que considera inadequadas ao público-alvo. Enquanto o novo modelo não chega, Bolsonaro recomendou a mães e pais rasguem as páginas dedicadas a explicações sobre educação sexual.</p>
<p>Para Bolsonaro, desenhos ilustrando a forma correta de uso da camisinha feminina e masculina, assim como deve ser realizada a higiene íntima significam informações inadequadas para jovens de 10 a 19 anos.</p>
<figure id="attachment_11580" aria-describedby="caption-attachment-11580" style="width: 352px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-11580" src="https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/bolsonaro2-1-300x218.jpg" alt="" width="352" height="256" srcset="https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/bolsonaro2-1-300x218.jpg 300w, https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/bolsonaro2-1.jpg 620w" sizes="(max-width: 352px) 100vw, 352px" /><figcaption id="caption-attachment-11580" class="wp-caption-text">Reprodução Internet</figcaption></figure>
<p>O <strong>Repórter SUS</strong> dessa semana, programa produzido em parceria com a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz), traz a gerente do Programa de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST/Aids) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Guida Silva.</p>
<p>Na última década, segundo a gestora, houve um aumento importante nos casos de HIV/Aids e Sífilis no País. No Rio de Janeiro, esse crescimento foi bastante intenso. &#8220;Entre 2007 e 2017, nós tivemos um aumento na população carioca de quase 2 vezes. Se olharmos a faixa de 15 a 19 anos esse aumento foi de 4 vezes e meia. Se a agente olha a faixa de 20 a 24 anos, foi um aumento de 4 vezes. No caso da Sífilis, o aumento nesse período, no município do Rio de Janeiro, foi de 7 vezes e meia; na faixa de 15 a 19 anos, o aumento foi de 23 vezes, ou 2.300%. É uma verdadeira epidemia&#8221;, afirma Guida.</p>
<p>De acordo com a gerente, adolescentes estão sendo bastante afetados por epidemias de IST/Aids. Uma hipótese é que nos últimos 20 anos houve uma queda na informação, &#8220;passou-se a falar menos&#8221; a respeito de doenças sexualmente transmissíveis e prevenção. &#8220;Talvez porque o tratamento para o HIV tenha avançado muito, hoje a doença não mata como antes [30, 40 anos]. A gente vem falando menos sobre HIV/Aids e a desinformação impera&#8221;.</p>
<p>Segundo ela, é preciso falar sobre IST/Aids, Sífilis com os jovens que não frequentam unidades de saúde, que não estão ainda num ambiente de trabalho ainda &#8212; onde ela acredita que há uma oferta de informação. Para redução do número de casos, ela defende que se estenda a informação ao jovem na escola, família, em festas e outros espaços que os adolescentes frequentam, como redes sociais.</p>
<p>Vamos ouvir:</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/591887835&amp;color=%23ff5500&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;show_teaser=true" width="100%" height="166" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Poluição do ar é tema do Dia Mundial do Meio Ambiente, que terá China como país-sede</title>
		<link>https://saude-popular.org/2019/03/poluicao-do-ar-e-tema-do-dia-mundial-do-meio-ambiente-que-tera-china-como-pais-sede/</link>
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				<pubDate>Mon, 18 Mar 2019 10:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ação contra a mudança global do clima]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo e produção responsáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Energia limpa e acessível]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[inovação e infraestrutura]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Vista aérea de Xangai, na China. Foto: ONU Meio Ambiente 18/03/2019 &#160; &#160; Aproximadamente 7 milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano devido à poluição do ar. &#160; Por ONUBR O vice-ministro de Ecologia e Meio Ambiente da China, Zhao Yingmin, e Joyce Msuya, diretora-executiva interina da ONU Meio Ambiente, anunciaram que o país [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-facebook nolightbox" data-provider="facebook" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Facebook" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fpoluicao-do-ar-e-tema-do-dia-mundial-do-meio-ambiente-que-tera-china-como-pais-sede%2F&#038;t=Polui%C3%A7%C3%A3o%20do%20ar%20%C3%A9%20tema%20do%20Dia%20Mundial%20do%20Meio%20Ambiente%2C%20que%20ter%C3%A1%20China%20como%20pa%C3%ADs-sede&#038;s=100&#038;p&#091;url&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fpoluicao-do-ar-e-tema-do-dia-mundial-do-meio-ambiente-que-tera-china-como-pais-sede%2F&#038;p&#091;images&#093;&#091;0&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2Fwp-content%2Fuploads%2F2019%2F03%2Fshanghai-2303480_1920_1-e1552665580648.jpg&#038;p&#091;title&#093;=Polui%C3%A7%C3%A3o%20do%20ar%20%C3%A9%20tema%20do%20Dia%20Mundial%20do%20Meio%20Ambiente%2C%20que%20ter%C3%A1%20China%20como%20pa%C3%ADs-sede" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;margin-right:5px;"><img alt="Facebook" title="Share on Facebook" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/facebook.png" /></a><a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-twitter nolightbox" data-provider="twitter" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Twitter" href="https://twitter.com/intent/tweet?url=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fpoluicao-do-ar-e-tema-do-dia-mundial-do-meio-ambiente-que-tera-china-como-pais-sede%2F&#038;text=Compartilhe" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;"><img alt="twitter" title="Share on Twitter" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/twitter.png" /></a><p style="text-align: right;"><em>Vista aérea de Xangai, na China.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Foto: ONU Meio Ambiente</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>18/03/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">Aproximadamente 7 milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano devido à poluição do ar.</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <a href="https://nacoesunidas.org/poluicao-do-ar-e-tema-do-dia-mundial-do-meio-ambiente-que-tera-china-como-pais-sede/">ONUBR</a></p>
<p>O vice-ministro de Ecologia e Meio Ambiente da China, Zhao Yingmin, e Joyce Msuya, diretora-executiva interina da <a href="http://worldenvironmentday.global/en/news/china-host-world-environment-day-2019-air-pollution">ONU Meio Ambiente</a>, anunciaram que o país sediará as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho de 2019, com o tema “poluição do ar”. A informação foi anunciada na última sexta-feira (15).</p>
<p>Aproximadamente 7 milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano devido à poluição do ar, sendo 4 milhões das mortes somente na região da Ásia e do Pacífico. O Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano incitará governos, indústria, comunidades e indivíduos a se unirem para explorar a energia renovável e as tecnologias verdes, bem como melhorar a qualidade do ar em cidades e regiões de todo o mundo.</p>
<p>A cidade sede do evento será Hangzhou, na província de Zhejiang. Porém, o governo chinês também se comprometeu a organizar as celebrações em várias partes do país.</p>
<p>O anúncio foi feito enquanto ministros do Meio Ambiente de todo o mundo participam do fórum ambiental global de mais alto nível, a Quarta Assembleia da ONU para o Meio Ambiente (UNEA), em Nairóbi, e após a publicação de um relatório de revisão sobre o controle da poluição do ar em Pequim nos últimos 20 anos.</p>
<p>“A China será uma grande anfitriã global das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente em 2019. O país demonstrou liderança no combate à poluição do ar internamente e, agora, pode ajudar a estimular outras partes do mundo a agirem. A poluição do ar é um desafio global e urgente que afeta a todos. A China irá, agora, liderar o impulso e estimular a ação global para salvar milhões de vidas”, declarou Joyce Msuya.</p>
<p>O país asiático, com seu crescente setor de energias verdes, emergiu como um líder climático. Metade dos veículos elétricos e 99% dos ônibus elétricos do mundo circulam dentro de suas fronteiras. Ao sediar o Dia Mundial do Meio Ambiente em 2019, o governo chinês poderá mostrar sua inovação e avançar rumo a um ambiente mais limpo.</p>
<p>Segundo um novo relatório da ONU sobre poluição atmosférica na Ásia e no Pacífico, a implementação de 25 políticas voltadas para tecnologias poderia resultar na redução de 20% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2) e de 45% das emissões globais de metano, o que poderia impedir a elevação da temperatura global em até um terço de grau Celsius.</p>
<p>O Dia Mundial do Meio Ambiente é um evento mundial liderado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente que acontece todos os anos, no dia 5 de junho, e é comemorado por milhares de comunidades em todo o mundo. Desde que foi instaurado, em 1972, se tornou a maior celebração do nosso meio ambiente.</p>
<p>Segundo a ONU Meio Ambiente, 92% das pessoas em todo o mundo não respiram ar limpo; a poluição do ar custa à economia global 5 trilhões de dólares por ano; a poluição do solo pelo ozônio deverá reduzir os rendimentos de cultivos básicos em 26% até 2030.</p>
<h3>Sobre a ONU Meio Ambiente</h3>
<p>A ONU Meio Ambiente é a principal voz global em temas ambientais. Ela promove liderança e encoraja parcerias para cuidar do meio ambiente, inspirando, informando e capacitando nações e pessoas a melhorarem a sua qualidade de vida sem comprometer a das futuras gerações.</p>
<p>A ONU Meio Ambiente trabalha com governos, com o setor privado, com a sociedade civil e com outras instituições das Nações Unidas e organizações internacionais pelo mundo.</p>
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		<title>COLUNA &#124; Basta de exaltação ao ódio</title>
		<link>https://saude-popular.org/2019/03/coluna-basta-de-exaltacao-ao-odio/</link>
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				<pubDate>Fri, 15 Mar 2019 18:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Foto: Montagem Saúde Popular 15/03/2019 &#160; &#160; Uma semana difícil, que marca um ano da morte de Marielle e a tragédia na cidade de Suzano. &#160; &#160; Por Alexandre Padilha* Minha coluna dessa semana serve para mandar um abraço de solidadriedade e conforto à cidade de Suzano, município em que tenho relações que ultrapassam o [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-facebook nolightbox" data-provider="facebook" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Facebook" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fcoluna-basta-de-exaltacao-ao-odio%2F&#038;t=COLUNA%20%7C%20Basta%20de%20exalta%C3%A7%C3%A3o%20ao%20%C3%B3dio&#038;s=100&#038;p&#091;url&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fcoluna-basta-de-exaltacao-ao-odio%2F&#038;p&#091;images&#093;&#091;0&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2Fwp-content%2Fuploads%2F2019%2F03%2Fmarielle-e-raul-brasil.jpg&#038;p&#091;title&#093;=COLUNA%20%7C%20Basta%20de%20exalta%C3%A7%C3%A3o%20ao%20%C3%B3dio" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;margin-right:5px;"><img alt="Facebook" title="Share on Facebook" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/facebook.png" /></a><a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-twitter nolightbox" data-provider="twitter" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Twitter" href="https://twitter.com/intent/tweet?url=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fcoluna-basta-de-exaltacao-ao-odio%2F&#038;text=Compartilhe" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;"><img alt="twitter" title="Share on Twitter" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/twitter.png" /></a><p style="text-align: right;"><em>Foto: Montagem Saúde Popular</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>15/03/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">Uma semana difícil, que marca um ano da morte de Marielle e a tragédia na cidade de Suzano.</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <strong>Alexandre Padilha*</strong></p>
<p>Minha coluna dessa semana serve para mandar um abraço de solidadriedade e conforto à cidade de Suzano, município em que tenho relações que ultrapassam o fato de ser do estado de São Paulo, da Região Metropolitana de São Paulo, mas pelos projetos, pela luta que foi construída pelo movimento de moradia, de saúde, movimento de juventude, e que teve uma expressão muito própria durante as gestões do PT.</p>
<p>Eu participei dessas gestões petistas com muita proximidade, seja como ministro das Relações Institucionais do presidente Lula ou na condição de ministro da Saúde da presidente Dilma. Impossível esquecer a inauguração do Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) em Suzano, o projeto do Hospital Regional, de expansão das unidades de saúde.</p>
<p>Naquele período, Suzano era imagem de uma cidade de participação popular, com um prefeito negro, certamente um dos únicos governando uma importante cidade paulista.</p>
<p>Hoje, ao ouvirmos a palavra Suzano não tem como não associar à tragédia que ocorreu em 13 de março. Uma escola que, inclusive, tem uma relação especial para quem participou das gestões públicas em Suzano [2005 a 2012], do processo de participação conforme ocorreu também nas demais unidades escolares, que receber plenárias do Orçamento Participativo (OP), Plano Plurianual Participativo (PPA), reuniões de conselhos de saúde, formação da educação, de discussão de políticas de juventude.</p>
<p>É a imagem de uma cidade feita por trabalhadoras e trabalhadores, por uma juventude trabalhadora que, infelizmente, pela exaltação ao ódio, à violência, vai se tornar a imagem de uma cidade onde o que a expressão máxima do ódio pode fazer com a nossa juventude.</p>
<p>Uma semana difícil, um ano da morte de Marielle, uma mulher negra que não conheci tanto quanto a cidade de Suzano, mas basta vermos o aparato, a máquina de poderosos envolvida em seu assassinato, para termos clareza da força que era essa mulher Marielle, a força que era o Anderson, seu assessor que também foi assassinado.</p>
<p>Hoje, essa é uma coluna de abraço, onde temos que reforçar que ninguém solta a mão de ninguém, para que a gente tenha consciência que a nossa luta vale e estamos do lado certo da história. Uma coluna que clama por um basta, basta dessa ideia de querer barbarizar ainda mais o Brasil com uma política de liberação de armas e de exaltação ao ódio.</p>
<p>Grande e profundo abraço a todas e todos.</p>
<p><em><strong>Alexandre Padilha</strong> é médico infectologista, sanitarista, professor universitário e deputado federal eleito (PT-SP). Foi ministro de Assuntos Institucionais do governo Lula, ministro da Saúde do governo Dilma e secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo.</em></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/590617101&amp;color=%23ff5500&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;show_teaser=true" width="100%" height="166" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Quem cuida dos profissionais que cuidam?</title>
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				<pubDate>Fri, 15 Mar 2019 13:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[escuta]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Imagem: divulgação 15/3/2019 &#160; &#160; Grupo se reúne mensalmente para acolher profissionais que acolhem pessoas em sofrimento pelas crises econômica e política &#160; Por Dani Stefano, do Saúde Popular A crise econômica e política impactam diretamente nas populações.  Apoiar profissionais da saúde que lidam com estes sofrimentos é um dos objetivos dos encontros do programa [&#8230;]</p>
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<em>15/3/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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<h2 style="text-align: center;">Grupo se reúne mensalmente para acolher profissionais que acolhem pessoas em sofrimento pelas crises econômica e política</h2>
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<p>Por <strong>Dani Stefano, do Saúde Popular</strong></p>
<p>A crise econômica e política impactam diretamente nas populações.  Apoiar profissionais da saúde que lidam com estes sofrimentos é um dos objetivos dos encontros do programa &#8220;Crise e Sofrimento&#8221;. &#8220;Se você corta 300 mil bolsas famílias, são 300 mil famílias que não vão comer. Fora isso, há o desemprego, famílias com a eletricidade cortada. Então, a ideia é identificar que existe sofrimento, existe crise e que estas coisas estão relacionadas&#8221;, explica Raul Araújo, psicanalista e organizador do evento.</p>
<p>Entre os participantes, estão profissionais que atuam em Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) e em outros locais, como o projeto Meninos e Meninas de Rua, de São Bernardo do Campo, e que oferecem atendimento em grupo para comunidades; escutam o sofrimento de públicos específicos, como jovens e adolescentes, e que também precisam ser ouvidos para terem o apoio necessário para dar sequência a seus trabalhos.</p>
<p>O grupo Crise e Sofrimento, que se reúne desde julho do ano passado, surgiu da demanda dos próprios profissionais. Os encontros vêm acontecendo em período integral, no segundo sábado do mês, geralmente na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo.</p>
<p>“Fazemos um trabalho de reverberação, escutando casos de crise e sofrimento, como momento de pensar a população, como lidar com o sofrimento e também para tirar o impacto da escuta da violência para um único profissional. Identificamos o sofrimento e procuramos fazer com que essa dor tenha um lugar de acolhida, recepção e cuidado”, explica Araújo.</p>
<p>Os encontros são divididos em dois momentos. As escutas ocorrem na parte da manhã; os profissionais que lidam com os sofrimentos das pessoas, que escutam, podem falar e se sentirem apoiados; na parte da tarde, os encontros são formativos e abertos para o público em geral, e contam também com a participação de especialistas internacionais, haja vista que o fenômeno é global.</p>
<p>“A programação dos encontros traz a discussão sobre crise, sofrimento, violência, que são o fenômeno, e o queremos tratar com escuta e justiça. Também olhamos para os processos de escuta da violência internacionalmente, levando em conta questões como globalização, imperialismo e intervenção dos Estados Unidos”, explica o organizador.</p>
<h3>Palavra e Violência</h3>
<p>A palavra que antecipa o ato, a palavra que incita o ato, a palavra que produz cenas violentas. Palavra e Violência é o tema do encontro deste sábado (16) dentro do programa Crise e Sofrimento. As psicanalistas Maria Rita Kehl e Teresinha Natal Meireles do Prado conduzem esta reflexão, aberta para o público em geral, mas em especial aos profissionais da Saúde.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p><strong><em>Palavra e Violência</em></strong></p>
<p><strong><em>16/03 &#8211; Sábado</em></strong></p>
<p><em>A partir das 9h</em></p>
<p>Quadra do Sindicato dos Bancários &#8211; Rua Tabatinguera, 196 &#8211; Sé &#8211; SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>14/04 &#8211; Domingo</em></strong></p>
<p><strong><em>Grupo Operativo e Violência</em></strong></p>
<p>Inscrições podem ser feitas pelo email: raul_araujo@yahoo.com.</p>
<p><strong>Confira  programação completa: </strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11548" src="https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/WhatsApp-Image-2019-03-14-at-10.21.29.jpeg" alt="" width="640" height="908" srcset="https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/WhatsApp-Image-2019-03-14-at-10.21.29.jpeg 640w, https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/WhatsApp-Image-2019-03-14-at-10.21.29-211x300.jpeg 211w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Edição: Cecília Figueiredo</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo Doria substitui projeto de alimentação in natura por ultraprocessados</title>
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				<pubDate>Thu, 14 Mar 2019 19:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[alencar santana]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cozinheiros da educação]]></category>
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		<category><![CDATA[janaina rueda]]></category>
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		<category><![CDATA[PSDB]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>&#8220;Apesar da boa aceitação do leite com morango, substituíram pelo frapê de chocolate. As crianças não aceitaram!&#8221;, diz merendeira. Foto: Centro de Referências em Educação Integral 14/03/2019 &#160; Escolas que priorizavam refeições balanceadas passam a servir alimentos como achocolatado e bolo &#160; &#160; &#160; Por Cecília Figueiredo, do Saúde Popular Quase três anos depois da [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-facebook nolightbox" data-provider="facebook" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Facebook" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fgoverno-doria-substitui-projeto-de-alimentacao-in-natura-por-ultraprocessados%2F&#038;t=Governo%20Doria%20substitui%20projeto%20de%20alimenta%C3%A7%C3%A3o%20in%20natura%20por%20ultraprocessados&#038;s=100&#038;p&#091;url&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fgoverno-doria-substitui-projeto-de-alimentacao-in-natura-por-ultraprocessados%2F&#038;p&#091;images&#093;&#091;0&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2Fwp-content%2Fuploads%2F2019%2F03%2Fmerenda-768x375.jpg&#038;p&#091;title&#093;=Governo%20Doria%20substitui%20projeto%20de%20alimenta%C3%A7%C3%A3o%20in%20natura%20por%20ultraprocessados" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;margin-right:5px;"><img alt="Facebook" title="Share on Facebook" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/facebook.png" /></a><a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-twitter nolightbox" data-provider="twitter" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Twitter" href="https://twitter.com/intent/tweet?url=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fgoverno-doria-substitui-projeto-de-alimentacao-in-natura-por-ultraprocessados%2F&#038;text=Compartilhe" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;"><img alt="twitter" title="Share on Twitter" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/twitter.png" /></a><p style="text-align: right;"><em>&#8220;Apesar da boa aceitação do leite com morango, substituíram pelo frapê de chocolate. As crianças não aceitaram!&#8221;, diz merendeira.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Foto: <a href="https://educacaointegral.org.br/reportagens/polemica-merenda-sp-reacende-debate-qualidade-alimentacao-escolar/">Centro de Referências em Educação Integral</a></em></p>
<p style="text-align: right;"><em>14/03/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="description" style="text-align: center;">Escolas que priorizavam refeições balanceadas passam a servir alimentos como achocolatado e bolo</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <strong>Cecília Figueiredo, do Saúde Popular</strong></p>
<p>Quase três anos depois da instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Merenda, que investigou na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) por sete meses o superfaturamento nas merendas escolares da rede pública, a única mudança substancial no processo de fornecimento foi a aquisição de ultraprocessados em substituição aos alimentos in natura.</p>
<p>Educadores e merendeiras questionam a mudança promovida pelo governo João Doria (PSDB), que é considerada um retrocesso em relação ao que vinha sendo implementado pelo governador anterior, Geraldo Alckmin (PSDB).</p>
<h3 class="ckeditor-subtitle">Projeto suspenso</h3>
<p>A proposta de incluir no cardápio dos estudantes apenas alimentos in natura foi liderada pela chef de cozinha Janaína Rueda em 2016, por meio do projeto Cozinheiros da Educação. Conforme matéria publicada na última semana pelo jornal <em><a href="https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2019/03/governo-de-sp-muda-merenda-e-aluno-chega-a-ter-almoco-de-arroz-com-farofa.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Folha de S.Paulo</a></em>, o projeto está suspenso. A Secretaria de Educação negou a informação em entrevista ao <strong>Brasil de Fato</strong>.</p>
<p>O trabalho voluntário de Rueda, que consistia na mudança dos cardápios e na substituição de produtos industrializados, começou a partir de um convite do então secretário de Educação do governo Alckmin, José Renato Nalini. “Eu não sabia nada sobre merenda escolar, não entendia nada. Não tinha ideia nem do que as pessoas comiam”, lembra a chef de cozinha.</p>
<p>Ao verificar o tipo de alimento servido às crianças – produtos com validade de um a dois anos, “<em>bushes</em>” ou “caixas de ração”, como classifica a cozinheira –, Rueda se dispôs a ajudar, desde que houvesse a inclusão de alimentos in natura. O governo aceitou. “Você tinha uma compra de produtos em grande escala, que durariam o mês inteiro, enlatados, caixas de ração tipo Whiskas [marca de ração de gatos]. Fiquei numa escola-piloto por 20 dias, [chegando] às seis da manhã, voltando à tarde e à noite, na Escola Maria José [no centro de São Paulo]”.</p>
<p>Para dar agilidade ao projeto Cozinheiros da Educação, implantado em 2 mil escolas da capital paulista e da região metropolitana, foi feito um convênio com a Escola Técnica Estadual (ETEC). Em seguida, foram escolhidas cozinheiras de escolas para participar de oficinas, e somente então formalizar a licitação da compra dos produtos in natura: “A gente conseguiu fechar [oficinas para] toda a capital, com cardápio que era feijoada, carne de panela… Agora, a gente estava expandindo esse projeto para o Grande ABC, de junho [de 2018] para cá”.</p>
<p>Em setembro do ano passado, o profissional responsável pelas compras, segundo ela, foi exonerado – supostamente, por problemas técnicos. “Em dezembro, cancelaram dois treinamentos e falaram que eu tinha que esperar. Em janeiro, quando eu mais dava treinamentos porque elas [cozinheiras] estavam de férias, ninguém me ligou, as pessoas da secretaria [de Educação] foram todas exoneradas e eu perdi o contato”.</p>
<h3 class="ckeditor-subtitle">Estado nega mudanças, mas educadores confirmam</h3>
<p>Ao buscar justificativas, Rueda diz ter sido informada que o projeto havia acabado. A Secretaria de Estado da Educação, por sua vez, nega que houve alterações nos cardápios e suspensão do projeto. “Não houve encerramento do projeto. Não houve alteração no cardápio para alimentos processados”, dizem as respostas encaminhadas ao pela assessoria de imprensa à reportagem.</p>
<p>Uma das merendeiras de escola estadual do Itaim Paulista, periferia da Zona Leste, que não quis se identificar temendo represálias, admite que houve alterações em relação às proteínas e hortaliças: “A carne que não era enlatada. Tinha que ser selada antes de ser cozida. Só que fazer com dois quilinhos, três quilinhos [de carne] é uma coisa. Agora, chegar de manhã e selar 25, 30 quilos de carne para, só depois, colocar para cozinhar, fica mais difícil né? A gente conseguia colocar na panela, com os temperos e ia fritando, para descongelar e servir”.</p>
<p>A merendeira reconhece, porém, a qualidade do cardápio do projeto anterior. “Eram merendas muito diferenciadas, por exemplo, salada de ervilha, salada de lentilha, lentilha refogada. Coisas que o adulto não está acostumado a comer e fazer para as crianças. [Até o ano 2018] O governo mandava carne moída, coxão mole, picadinho, patinho, peixe. De repente, passou a ser arroz, feijão, ovo; arroz, feijão, farofa; feijoada vegetariana uma vez por semana, que era feijão com cenoura [único legume que enviam para a feijoada]. Mas, a gente tinha que olhar o cardápio e seguir”, relata a cozinheira.</p>
<p>No segundo semestre de 2018, “o cardápio ficou ruim” na escola. “Até o final do ano passado, ainda chegava carne. Em fevereiro [volta das aulas], ele [governo] mandou umas cinco vezes remessa de carne. No ano passado, não tínhamos onde guardar carne, de tanta que vinha. Este ano, sucrilhos de manhã e à tarde bolo. Assava bolo pela manhã, para servir à tarde, e de manhã dava leite com morango. Apesar da boa aceitação do leite com morango, substituíram pelo frapê de chocolate. As crianças não aceitaram muito e, ao ver que só tinha isso, eles perguntavam: mas, tia, só tem isso? Eles mesmos falam: tia, vou reclamar com o governo; tia, vou protestar”, lembra.</p>
<p>Os produtos não integram a lista das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira, referência para a gestão pública elaborada pelo Ministério da Saúde. A publicação orienta que se limite o consumo de alimentos processados ao mínimo e que se evite os ultraprocessados – aqueles com muitos ingredientes, principalmente os de nomes pouco familiares.</p>
<p>Um professor de escola estadual em Cotia (SP), que também pediu para não se identificar, disse que as frutas foram suprimidas da merenda. Segundo ele, &#8220;carne in natura ainda chega&#8221;, mas também muitos industrializados: “A merenda deve estar voltada ao crescimento da criança; para educação é muito importante. Houve uma tentativa de melhorar, por meio da chamada de chefs na gestão [Geraldo] Alckmin, e naquele momento teve frutas, legumes, carnes in natura. Nós sabemos que os alunos, muitas vezes, têm na alimentação escolar sua única refeição, e é importante seguir a recomendação do <a href="https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=1509-guia-alimentar-para-a-populacao-brasileira-9&amp;category_slug=seguranca-alimentar-e-nutricao-997&amp;Itemid=965">Guia de Alimentação do Ministério da Saúde</a>”.</p>
<h3 class="ckeditor-subtitle">Protestos</h3>
<p>Diretora do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Nilcéa Fleury Victorino defende a utilização de alimentos frescos. “Essa política [do governador João Doria] foi a política que ele tentou implementar na Prefeitura de São Paulo. Tentou, inclusive, ser mais agressivo, entrar com a &#8216;ração humana&#8217;, gerando um amplo protesto de todo mundo, não só dos sindicatos, mas de toda a população. E agora ele está fazendo isso nas escolas estaduais”, critica a sindicalista.</p>
<p>O deputado estadual Alencar Santana (PT-SP), que integrou a CPI que investigou entre maio e dezembro de 2016 a chamada &#8220;máfia da merenda&#8221;, concorda que a merenda servida atualmente em São Paulo &#8220;ofende&#8221; as legislações nacionais. “Os governos tucanos não tem priorizado alimentação escolar saudável, não cumprem as legislações nacionais que tratam de um mínimo de compra [de produção] da agricultura familiar. Então, não tratam a alimentação como processo educacional, ensinando as crianças e jovens a melhor maneira de se alimentarem. E, ao mesmo tempo, não oferecem uma alimentação boa”.</p>
<p>Santana entende que a opção do governo Doria não apenas prejudica a saúde púbica, como parece privilegiar as grandes empresas. “O que se deduz é que [o governo] continua privilegiando as grandes empresas [do ramo alimentício], que foram reveladas – parte dela – durante a CPI da Merenda. É lamentável que isso continue acontecendo no estado de São Paulo. Iniciativas boas [Projeto Cozinheiros da Educação] estão sendo jogadas no lixo, novamente, por parte do governo que está priorizando seus parceiros”.</p>
<p>No próximo dia 22 de março, a partir das 17h, a Apeoesp programou um protesto no vão livre do Masp, em que a alimentação escolar estará entre as bandeiras de luta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="editor"><strong><em>Edição: Daniel Giovanaz</em></strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/590174160&amp;color=%23ff5500&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;show_teaser=true" width="100%" height="166" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>ARTIGO &#124; Organizações Sociais de Saúde já gerenciam 71% dos serviços de saúde da cidade</title>
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				<pubDate>Thu, 14 Mar 2019 10:25:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteudo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[município de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[OSS]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo descobriu, em 2018, que dirigentes recebem salário superior ao do governador e fazem quarteirização. Foto: Cecília Figueiredo 14/03/2018 &#160; Juntas, elas receberam, em 2018, cerca de R$ 4,9 bi, ou seja, 47% do orçamento municipal, estimado em mais de R$ 10 bi &#160; Por Juliana Cardoso* O desempenho [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-facebook nolightbox" data-provider="facebook" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Facebook" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Forganizacoes-sociais-de-saude-ja-gerenciam-71-dos-servicos-de-saude-da-cidade%2F&#038;t=ARTIGO%20%7C%20Organiza%C3%A7%C3%B5es%20Sociais%20de%20Sa%C3%BAde%20j%C3%A1%20gerenciam%2071%25%20dos%20servi%C3%A7os%20de%20sa%C3%BAde%20da%20cidade&#038;s=100&#038;p&#091;url&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Forganizacoes-sociais-de-saude-ja-gerenciam-71-dos-servicos-de-saude-da-cidade%2F&#038;p&#091;images&#093;&#091;0&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2Fwp-content%2Fuploads%2F2018%2F06%2F19.06-irma-rosane-cpi-oss-alesp.jpg&#038;p&#091;title&#093;=ARTIGO%20%7C%20Organiza%C3%A7%C3%B5es%20Sociais%20de%20Sa%C3%BAde%20j%C3%A1%20gerenciam%2071%25%20dos%20servi%C3%A7os%20de%20sa%C3%BAde%20da%20cidade" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;margin-right:5px;"><img alt="Facebook" title="Share on Facebook" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/facebook.png" /></a><a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-twitter nolightbox" data-provider="twitter" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Twitter" href="https://twitter.com/intent/tweet?url=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Forganizacoes-sociais-de-saude-ja-gerenciam-71-dos-servicos-de-saude-da-cidade%2F&#038;text=Compartilhe" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;"><img alt="twitter" title="Share on Twitter" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/twitter.png" /></a><p style="text-align: right;"><em>CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo descobriu, em 2018, que dirigentes recebem salário superior ao do governador e fazem quarteirização.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Foto: Cecília Figueiredo</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>14/03/2018</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">Juntas, elas receberam, em 2018, cerca de R$ 4,9 bi, ou seja, 47% do orçamento municipal, estimado em mais de R$ 10 bi</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <strong>Juliana Cardoso*</strong></p>
<p>O desempenho da Secretaria de Saúde da cidade de São Paulo, no ano passado, registrou dois fatos marcantes. Enquanto o repasse de verbas do governo federal registra tendência de queda, os recursos de repasses da Prefeitura aos contratos de gestão mantidos com as Organizações Sociais de Saúde (OSS) continuam estáveis, sem redução de verbas. Juntas, as entidades receberam o montante de R$ 4,9 bilhões em 2018, ou seja, 47% dos gastos do orçamento municipal que alcançou R$ 10,5 bilhões. É praticamente o mesmo patamar de recursos de 2017.</p>
<p>Essa informação foi apresentada durante a audiência pública de prestação de contas de 2018, realizada na Câmara de vereadores no fim de fevereiro, conforme determina a legislação. Do total de R$ 4,9 bilhões do orçamento 2018, destinado às OSS, os repasses obedeceram aos seguintes valores: 1,1 bilhão de reais para a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), 748 milhões de reais para a APS Santa Marcelina, 685 milhões de reais para Associação Saúde da Família (ASF) e 641 milhões de reais para o Centro de Estudos e Pesquisa Dr. João Amorim (Cejam), dentre outras.</p>
<p>Esses dados demonstram que a entrega dos serviços públicos e de equipamentos para administração das OSS na área da saúde continua a todo vapor.</p>
<h3>Saúde privatizada</h3>
<p>O tamanho da privatização na rede municipal hoje chega a 71%. Dos 801 serviços públicos de saúde na capital (UBS, AMAs, Hospitais, CAPs), 568 são hoje gerenciados pelas OSS, e apenas 233 (29%) continuam sob administração direta da Prefeitura de SP.</p>
<p>Outro aspecto despertou atenção na audiência pública. A participação do governo federal na saúde pública da cidade está minguando. Ela se resumiu a apenas R$ 2 bilhões (19%) do total. Enquanto isso, o tesouro municipal arcou com R$ 8,5 bilhões (80%). E, registre-se: o governo do Estado “contribuiu” com insignificantes R$ 14 milhões, ou seja, 0,1%.</p>
<h3>Desafio</h3>
<p>Essa redução federal expressa o efeito da Emenda Constitucional nº 95, que congelou as verbas da saúde, assistência social e educação até o ano de 2036.</p>
<p>O desafio dos movimentos sociais, conselhos gestores e trabalhadores da área da saúde é a revogação da Emenda Constitucional 95. Essa prioridade foi estabelecida pelos participantes das conferências regionais que aconteceram em fevereiro. E uma das mais importantes trincheiras de luta será a 16ª Conferência Nacional, que será realizada em agosto.</p>
<p><strong><em>* Juliana Cardoso é vereadora (PT-SP) e membro da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de São Paulo.</em></strong></p>
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		<title>Identificados os mosquitos responsáveis pelos recentes surtos de febre amarela no país</title>
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				<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 17:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteudo 1]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>O trabalho foi publicado na revista científica Emerging Microbes and Infections. Fotos: Fiocruz 13/03/2019 &#160; &#160; Mosquitos silvestres Haemagogus janthinomys e Haemagogus leucocelaenus confirmados entre 18 mil insetos &#160; &#160; Por Maíra Menezes, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Os mosquitos silvestres Haemagogus janthinomys e Haemagogus leucocelaenus foram os principais responsáveis pela transmissão de febre amarela [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-facebook nolightbox" data-provider="facebook" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Facebook" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fidentificados-os-mosquitos-responsaveis-pelos-recentes-surtos-de-febre-amarela-no-pais%2F&#038;t=Identificados%20os%20mosquitos%20respons%C3%A1veis%20pelos%20recentes%20surtos%20de%20febre%20amarela%20no%20pa%C3%ADs&#038;s=100&#038;p&#091;url&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fidentificados-os-mosquitos-responsaveis-pelos-recentes-surtos-de-febre-amarela-no-pais%2F&#038;p&#091;images&#093;&#091;0&#093;=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2Fwp-content%2Fuploads%2F2019%2F03%2Fmosquito_janthinomys_josue_damacena_ioc_interna.jpg&#038;p&#091;title&#093;=Identificados%20os%20mosquitos%20respons%C3%A1veis%20pelos%20recentes%20surtos%20de%20febre%20amarela%20no%20pa%C3%ADs" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;margin-right:5px;"><img alt="Facebook" title="Share on Facebook" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/facebook.png" /></a><a class="synved-social-button synved-social-button-share synved-social-size-32 synved-social-resolution-single synved-social-provider-twitter nolightbox" data-provider="twitter" target="_blank" rel="nofollow" title="Share on Twitter" href="https://twitter.com/intent/tweet?url=https%3A%2F%2Fsaude-popular.org%2F2019%2F03%2Fidentificados-os-mosquitos-responsaveis-pelos-recentes-surtos-de-febre-amarela-no-pais%2F&#038;text=Compartilhe" style="font-size: 0px; width:32px;height:32px;margin:0;margin-bottom:5px;"><img alt="twitter" title="Share on Twitter" class="synved-share-image synved-social-image synved-social-image-share" width="32" height="32" style="display: inline; width:32px;height:32px; margin: 0; padding: 0; border: none; box-shadow: none;" src="https://saude-popular.org/wp-content/plugins/social-media-feather/synved-social/image/social/regular/64x64/twitter.png" /></a><p style="text-align: right;"><em>O trabalho foi publicado na revista científica Emerging Microbes and Infections.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Fotos: Fiocruz</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>13/03/2019</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: center;">Mosquitos silvestres Haemagogus janthinomys e Haemagogus leucocelaenus confirmados entre 18 mil insetos</h2>
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<p>Por <a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/identificados-os-mosquitos-responsaveis-pelos-recentes-surtos-de-febre-amarela-no-pais"><strong>Maíra Menezes, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz)</strong></a></p>
<p>Os mosquitos silvestres Haemagogus janthinomys e Haemagogus leucocelaenus foram os principais responsáveis pela transmissão de febre amarela nos recentes surtos da doença no Brasil. A conclusão é de uma pesquisa que analisou quase 18 mil insetos entre 2015 e 2018. O amplo levantamento encontrou mosquitos das duas espécies em grande quantidade e infectados em cidades do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais que apresentavam casos em humanos e em primatas. Análises do genoma dos vírus detectados nesses mosquitos confirmaram a presença da mesma linhagem viral identificada em macacos e pacientes. Liderado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o trabalho foi publicado na revista científica Emerging Microbes and Infections.</p>
<p>Segundo os autores, os mosquitos do gênero Haemagogus já eram apontados pela literatura científica como os principais transmissores da febre amarela silvestre no Brasil. No entanto, os surtos que ocorreram entre 2016 e 2018 – com mais de dois mil casos e cerca de 700 mortes – atingiram principalmente a região da mata atlântica, que não tinha registros da doença desde a década de 40. As evidências científicas da pesquisa aumentam a compreensão sobre a atual dinâmica de disseminação do agravo através dos mosquitos e podem contribuir para estratégias de vigilância e controle.</p>
<p>“Após capturarmos e analisarmos cerca de 18 mil mosquitos de mais de 80 espécies, podemos afirmar que estas duas espécies de Haemagogus foram os vetores primários da febre amarela no surto e são elas que devem estar no foco das ações”, declara o coordenador da pesquisa, Ricardo Lourenço de Oliveira, chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do IOC, que atua como referência regional em vetores da febre amarela para o Ministério da Saúde. “A partir dessas informações, é possível estabelecer melhores estratégias de vigilância, avaliar a receptividade de novas áreas à doença e calcular índices entomológicos que podem contribuir para prever a possibilidade de novos surtos”, complementa o primeiro autor do artigo, Filipe Abreu, estudante de doutorado do Programa de Pós-graduação em Biologia Parasitária do IOC/Fiocruz e professor do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG).</p>
<h3>Alerta para prevenção</h3>
<p>Ao todo, os pesquisadores identificaram 89 espécies de insetos. Além dos H. janthinomys e H. leucocelaenus, apenas três outros mosquitos silvestres foram achados com o vírus da febre amarela, mas em baixa quantidade e em locais específicos. Nenhum Aedes aegypti ou Aedes albopictus – insetos com potencial para transmissão da doença em área urbana – foi encontrado infectado. Considerando os achados, os especialistas reforçam que os surtos foram causados pela transmissão silvestre do agravo, mas alertam que esse tipo de contágio não ocorre apenas no interior de grandes florestas. “Existe a visão de que apenas quem penetra na mata tem risco de pegar febre amarela silvestre, mas não é bem assim. Pessoas que estão fora da floresta, porém em áreas próximas também podem ser picadas pelos mosquitos silvestres. A prevenção da doença, principalmente a vacinação, precisa considerar isso”, enfatiza Ricardo. O entomologista ressalta ainda que não foi encontrado qualquer sinal de transmissão urbana da doença. “Nem mesmo mosquitos Aedes coletados no interior de casas de pessoas com febre amarela estavam infectados”, completou.</p>
<p>Na pesquisa, mosquitos Haemagogus foram capturados tanto no interior das áreas de mata, quanto nas franjas da floresta e nas áreas abertas adjacentes, incluindo quintais de casas próximas. Os vetores também estavam presentes em fragmentos florestais pequenos, muitas vezes, ao lado de bairros com características urbanas.</p>
<h3>Transmissão acelerada</h3>
<p>As coletas de insetos começaram em 2015, antes mesmo da primeira onda de casos, com início em dezembro de 2016. O levantamento tinha como objetivo avaliar a possibilidade de transmissão da febre amarela na região Sudeste, uma vez que se verificava uma ampliação na rota de disseminação da doença, com registro de casos fora da área endêmica, nas regiões Norte e Centro-Oeste. Mais de cinco mil mosquitos foram capturados em 28 cidades sem transmissão do agravo no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. A presença dos vetores tradicionais da febre amarela, os Haemagogus e os Sabethes, foi verificada em 82% dos locais, apontando alto potencial de transmissão.</p>
<p>Durante os surtos, a área da pesquisa foi ampliada seguindo as notificações do agravo, incluindo também Espírito Santo e Bahia. Nos cinco estados abrangidos, mais de dez mil mosquitos adultos e quase mil ovos foram coletados em 21 cidades com casos humanos ou em primatas, totalizando 44 cidades, sendo cinco contempladas nos dois levantamentos. Os H. leucocelaenus foram encontrados em mais de 70% das localidades e os H. janthinomys, em 57% dos municípios.</p>
<p>A presença do vírus da febre amarela foi detectada em vetores de nove cidades: Macaé, Maricá, Teresópolis, Nova Iguaçu, Valença e Angra dos Reis (Ilha Grande), no Rio de Janeiro; Belmiro Braga e Juiz de Fora, em Minas Gerais; e Domingos Martins, no Espírito Santo. Em oito delas, foram capturadas as espécies H. janthinomys e/ou H. leucocelaenus naturalmente infectadas. Dessa forma, os dados confirmam o papel tradicional do H. janthinomys e consolidam, pela primeira vez, o H. leucocelaenus como vetor primário da febre amarela na região.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-11528" src="https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/mosquitos_trabalhodecampo_divulgacao_ioc-300x169.jpg" alt="" width="453" height="255" srcset="https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/mosquitos_trabalhodecampo_divulgacao_ioc-300x169.jpg 300w, https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/mosquitos_trabalhodecampo_divulgacao_ioc.jpg 533w" sizes="(max-width: 453px) 100vw, 453px" /><em>Pesquisadores trabalhando na coleta de insetos. | Foto: divulgação</em></p>
<p>Apenas em Ilha Grande, no litoral sul fluminense, a infecção não foi detectada nos vetores primários. O vírus foi identificado em mosquitos Sabethes chloropterus, apontados pela literatura científica como vetores secundários da doença. “Em Maricá, o vírus também foi encontrado em duas espécies silvestres de Aedes, o Aedes scapularis e o Aedes taeniorhynchus, que não possuem relevância na transmissão. Provavelmente, esses mosquitos se infectaram devido à alta concentração de primatas infectados pela picada dos Haemagogus. Os animais doentes costumam descer ao solo da mata, onde são expostos a esses Aedes, que geralmente não voam para a copa das árvores”, explica Filipe.</p>
<p>O trabalho evidenciou a rápida disseminação da febre amarela durante os surtos. Todos os mosquitos infectados foram encontrados em coletas realizadas de 3 a 24 dias depois da confirmação de casos em primatas ou pessoas na região. “O vírus da febre amarela tem alto potencial de disseminação pela floresta. Durante o período de transmissão intensa, encontramos muitos vetores infectados. Porém, em menos de 30 dias, já não achamos mais mosquitos com vírus nas amostras dos locais. Esse dado é importante para a vigilância e reforça a necessidade de detectar precocemente as epizootias [infecção em animais] para prevenir a transmissão da doença para as pessoas”, ressalta Ricardo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter wp-image-11527" src="https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/mosquitos_identificacao_josue_damacena_ioc_interna-300x169.jpg" alt="" width="499" height="282" srcset="https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/mosquitos_identificacao_josue_damacena_ioc_interna-300x169.jpg 300w, https://saude-popular.org/wp-content/uploads/2019/03/mosquitos_identificacao_josue_damacena_ioc_interna.jpg 533w" sizes="(max-width: 499px) 100vw, 499px" /><em>Especialistas analisaram os mosquitos e classificaram as espécies. | Foto: Josué Damacena</em></p>
<h3>Mobilização para resposta à saúde pública</h3>
<p>Além do longo período de trabalho de campo, o estudo exigiu um grande esforço para identificar espécies de insetos e realizar análises moleculares. No laboratório, cada um dos 17.662 mosquitos coletados foi analisado por especialistas em taxonomia para identificação das espécies. Para preservar o material genético do vírus da febre amarela, os vetores foram mantidos resfriados desde a coleta em campo. Separados por espécie, data e local de coleta, mais de dois mil grupos de mosquitos foram submetidos às análises moleculares para detectar o genoma viral. O sequenciamento genético apontou para a linhagem associada à epidemia, pertencente ao genótipo sul americano 1E. “Todos os vírus detectados nos mosquitos apresentaram um conjunto de mutações identificado nos primeiros sequenciamentos de microrganismos referentes ao surto e que pode ser considerado uma assinatura molecular desses patógenos”, aponta Myrna Bonaldo, chefe do Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do IOC/Fiocruz, e uma das autoras do artigo.</p>
<p>Além da parceria entre o Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários e o Laboratório de Biologia Molecular de Flavivírus do IOC/Fiocruz, o trabalho contou com a colaboração do Ministério da Saúde e das Secretarias Estaduais de Saúde do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia. As Secretarias Municipais de Saúde das cidades onde ocorreram as coletas de insetos também apoiaram a pesquisa. Participaram ainda IFNMG, Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Universidade de Montpellier, Universidade Paris-Leste e Instituto Pasteur, da França.</p>
<p>“O resultado alcançado só foi possível por causa das colaborações internas no Instituto Oswaldo Cruz e externas, tanto com as Secretarias e o Ministério da Saúde, quanto com instituições científicas do Brasil e do exterior”, ressalta Ricardo.</p>
<h3>Importância da vacinação</h3>
<p>Devido à baixa cobertura vacinal, o Brasil se viu, nos verões de 2017 e de 2018, diante dos dois maiores surtos de febre amarela da história. No verão deste ano a doença chegou à região Sul, com quatro casos já confirmados no estado do Paraná. Tendo em vista o risco iminente de novas infecções, o Ministério da Saúde recomendou, no último dia 14 de fevereiro, que quem mora ou vai viajar para as regiões Sul e Sudeste deve se vacinar contra a febre amarela e é preciso tomar a dose ao menos dez dias antes da viagem. Clique aqui e confira o alerta de pesquisadores do IOC/Fiocruz sobre a importância da vacinação.</p>
<p><strong><em>* Edição: Vinicius Ferreira</em></strong></p>
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