Sanitaristas analisam propostas dos presidenciáveis para a saúde

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Capa do caderno recém disponibilizado pela Abrasco.

Imagem: Reprodução

10/09/2018

 

Ligia Bahia (UFRJ), Mário Scheffer (USP) e Ialê Falleiros Braga (Fiocruz) analisaram as propostas de todos os candidatos

 

Por Redação*

Em “A saúde nos programas dos candidatos à Presidência da República do Brasil em 2018”, Ligia Bahia, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mário Scheffer, professor da Universidade de São Paulo (USP), e Ialê Falleiros Braga, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (Fiocruz) analisam as propostas para a saúde dos candidatos que disputam a Presidência da República em 2018.

Para mapear, sistematizar e assinalar pontos comuns e singulares das propostas de saúde nos diversos programas e plataformas, assim como indicar lacunas, temas ou questões de saúde não abordadas, as proposições foram agregadas sob os seguintes critérios: disponibilidade; acessibilidade; aceitabilidade e qualidade.

De acordo com a metodologia utilizada no material, a disponibilidade refere-se à existência de atividades e recursos em volume suficiente relacionados com o controle/redução de riscos à saúde, estabelecimentos de saúde, medicamentos e equipes profissionais. Acessibilidade abrange a não discriminação e o acesso econômico e geográfico a ações de saúde e informações sobre saúde. Aceitabilidade corresponde a ações e serviços de saúde adequados a requerimentos de identidades raciais, de gênero, ciclo de vida, deficiências, pautados pelo respeito a padrões culturais de indivíduos, etnias, minorias e comunidades. Qualidade envolve desde a provisão de profissionais bem formados e capacitados, suprimentos e equipamentos que funcionem adequadamente até a prescrição criteriosa de medicamentos e monitoramento de seus efeitos.

Confira aqui o documento na íntegra.

 

*Com informações da Abrasco

 

Edição: Cecília Figueiredo

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