Sem salários, trabalhadoras/es entram em greve no Hospital Florianópolis

Facebooktwitter

Trabalhadores e trabalhadoras não receberam o valor das multas pelo atraso salarial que motivou a greve em dezembro
Imagem: SindSaúde/SC
9/1/2018

SPDM atrasou salários em seis dos últimos 12 meses –, mais uma vez os salários não foram depositados após o quinto dia útil e a categoria optou por paralisar as atividades a partir das 7h desta segunda-feira (8/1)

O principal hospital da área continental da capital catarinense, Hospital Florianópolis (HF), gerido desde 2013 pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), está em greve novamente. Repetindo a situação vivenciada pelas trabalhadoras e trabalhadores em dezembro – a SPDM atrasou salários em seis dos últimos 12 meses –, mais uma vez os salários não foram depositados após o quinto dia útil e a categoria optou por paralisar as atividades a partir das 7h desta segunda-feira (8/1). Além do pagamento dos salários, o movimento de greve reivindica que a SPDM libere os contracheques dos trabalhadores e pague a multa pelo atraso salarial no mês de dezembro.

O principal hospital da área continental da capital, Hospital Florianópolis (HF), gerido desde 2013 pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), está em greve novamente. Repetindo a situação vivenciada pelas trabalhadoras e trabalhadores em dezembro – a SPDM atrasou salários em seis dos últimos 12 meses –, mais uma vez os salários não foram depositados após o quinto dia útil e a categoria optou por paralisar as atividades a partir das 7h desta segunda-feira (8/1). Além do pagamento dos salários, o movimento de greve reivindica que a SPDM libere os contracheques dos trabalhadores e pague a multa pelo atraso salarial no mês de dezembro.

No caso do hospital no sul do estado, trabalhadores estão em greve desde o começo de dezembro por conta da falta de pagamento de salários. O contrato com a SPDM foi rompido e a SES já contratou emergencialmente outra empresa para fazer a gestão do hospital que tem  salários atrasados há quase um mês. Trabalhadores também não têm qualquer definição sobre o pagamento das rescisões contratuais e a recontratação dos cerca de 300 profissionais pela nova administradora.

O SAMU também viveu um fim de ano de incertezas, com greve por atraso salarial e o posterior rompimento do contrato com a SPDM. Médicos, motoristas, enfermeiros e todos os trabalhadores só conseguiram garantir o recebimento das rescisões contratuais na justiça.

Facebooktwitter

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

São bem-vindas declarações que se proponham ao diálogo, defendam posições, que exponham ideias, dúvidas, sugestões e críticas. Não serão aceitos comentários sexistas, xenófobas, racistas, homofóbicas ou que contrariem princípios dos direitos humanos. A moderação também irá filtrar a comentários que incorram em crimes de ódio, incitação à violência e calúnia. Textos com propaganda comercial serão excluídos.