Organização Mundial da Saúde declara Brasil país livre da rubéola

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03/12/2015

Ao receber o documento, o ministro Marcelo Castro lembrou que, assim como o Zika, o vírus da rubéola também pode causar defeitos no feto, como a microcefalia, quando a gestante é infectada no início da gestação.

Por Aline Leal, da Agência Brasil

O Brasil recebeu, nessa quarta-feira (3), o certificado de eliminação da rubéola, depois de cinco anos sem registros de casos de transmissão da doença. O reconhecimento foi entregue pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ao ministro da Saúde, Marcelo Castro.

Para receber o título, o Brasil teve que comprovar à OMS que desde 2008 não registra casos de rubéola e desde 2009 não registra casos de Síndrome da Rubéola Congênita. Em abril a OMS reconheceu toda a América como a primeira região do mundo a alcançar a eliminação da rubéola e da síndrome.

Durante a cerimônia, o ministro lembrou que assim como o vírus Zika, o vírus que provoca a rubéola também pode causar defeitos no feto, como microcefalia, quando a gestante é infectada no início da gestação.

Segundo Marcelo Castro, esse título é devido um esforço de vacinação em massa de mulheres entre 20 e 39 anos, que começou no início da década passada. “Nada é mais efetivo para a saúde publica do que as vacinas, e foi esse trabalho intenso da vacina em massa contra a rubéola que nos levou a esse certificado.” Segundo o ministro, apesar dos recentes casos de sarampo no nordeste do Brasil, a OMS está analisando se o país também pode ser considerado livre dessa doença.

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